Atualmente localizada na Praça da
Sé, nº 111 Centro da cidade de São Paulo, visitação: Terça a domingo e
feriados, das 9h às 21h. O Centro Cultural da caixa tem um histórico
interessante, pois não foi inaugurada inicialmente com objetivo cultural, mas
sim para ser sede da filial da CEF em São Paulo. Encontram-se nele um Conjunto
Cultural, que promove exposições temporárias de artísticas visuais, e um Museu,
com um acervo que conta a história da Caixa Econômica e da economia da cidade,
entre 1930 a 1970 somando mais de 40 anos de história.
A
primeira agência da caixa econômica federal em São Paulo foi inaugurada em 1905
Na travessa da sé atual na Rua Wenscelau Brás, em um edifício construído
pelo engenheiro Ramos de
Azevedo, com o passar dos anos torna-se
necessário a mudança para um
espaço maior capaz de abrigar todos os serviços
da caixa e assim
o conselho administrativo, pedido por
Samuel Ribeiro presidente da CEF na época. A construção da nova sede da
caixa econômica na praça da sé começou em 1934 perdurou-se por cinco anos e por
fim em no dia 29 de agosto de 1939 foi
Inaugurada O Centro Cultural da Caixa
Econômica na praça da Sé com a presença do presidente Getúlio Vargas.
Durante
muito tempo o lugar foi sede da presidência da Caixa. Em 1971, passou a abrigar
a sede da filial São Paulo, até que, em 1979, foi transferida para a Avenida
Paulista que atualmente uma extensão da Caixa Cultural.
MUSEU DA CEF
Então, nas dependências da antiga presidência,
no quarto andar, foi criado o museu, onde estão preservados a
antiga Sala do Conselho; um painel fotográfico datado de 1925; o mais antigo
livro de Atas da Caixa, de 1875; Sala das Máquinas; o antigo Sistema de
Loterias (instalado em 1784 e que em 1962 passou a ser administrado pela Caixa)
e a Sala da Presidência, com diversos objetos, móveis, maquinários de dinheiro,
copiadoras, equipamentos de medicina, e diversos documentos relativos à atuação
da Caixa em São Paulo, além da biblioteca com mais de 40 mil volumes.
Construído
há mais de 70 anos pelos engenheiros Albuquerque e Longo, modelo de Art-déco
(Arte decorativa) em São Paulo. O projeto foi feito com
objetivo de passar a ideia de monumentalidade. Com acabamentos realizados pelos
alunos do Liceu de Artes e Ofícios, o edifício exibe fachada
monumental pórtico jônico em granito negro, com as escadarias em mármore. Na parte Interna, o edifício mostra um enorme
vitral, concebido por Vitor Brecheret e executado pelo vitralista Henrique
Zucca, que exalta o progresso e o trabalho, a riqueza e a agricultura,
indústria e pecuária. Foram utilizados materiais importados dos Estados unidos,
Inglaterra e Itália.

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